XVI Simpósio Nacional de Ensino de Física - Programa
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Horário |
Segunda-feira
24/01 CEFET |
Terça-feira
25/01 |
Quarta-feira
26/01 CEFET |
Quinta-feira
27/01 CEFET |
Sexta-feira
28/01 CEFET |
| 8:00
- 9:00 |
Inscrições
/ Entrega de Pastas |
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| 9:00
- 10:00 |
Conferência
de abertura Física para o Brasil |
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| 10:00
- 10:30 |
Café
- Manhã de autógrafos |
Café
- Manhã de autógrafos |
Café
- Manhã de autógrafos |
Café
- Manhã de autógrafos |
Café
- Manhã de autógrafos |
| 10:30
- 12:00 |
Conferência Prêmio Nobel |
Conferências
P1, P2, P3, P4 |
Conferências
P5, P6, P7, P8 |
Conferências
P9, P10, P11 |
Conferências
P12, P13, P14 |
| 12:00
- 14:00 |
Almoço
e Programação cultural (Concerto ou Teatro) |
Almoço
e Programação cultural (Concerto ou Teatro) |
Almoço
e Programação cultural (Concerto ou Teatro) |
Almoço
e Programação cultural (Concerto ou Teatro) |
Almoço
e Programação cultural (Concerto ou Teatro) |
12:30
- 14:30 |
Mostra
9 |
Mostra
10 |
Mostras
11 |
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| 14:00
- 16:00 |
Encerramento |
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| 16:15
- 16:30 |
Café |
Café |
Café |
Café |
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| 16:30
- 18:00 |
Mesas redondas |
Mesa
redonda especial: MRE Física e sociedade |
Mesas
redondas MR4, MR5, MR6 |
Mesas
redondas MR7, MR8, MR9 |
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| 18:00
- 19:30 |
Mini simpósios |
Encontros Assembléia |
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| Jantar |
Jantar |
Jantar |
Jantar |
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| 20:00 |
Abertura
conjunta SNEF / WYP2005 na UERJ |
Física para o Brasil
Prof. Dr. Adalberto Fazzio
(IF-USP / SBF)
Prof. Dr. Alaor Chaves (UFMG)
Profa. Dra. Susana de Souza Barros (UFRJ)
Local: Aud I
Mesas Redondas
MRE. Mesa Redonda
Especial. Física e Sociedade
Terça feira, 25/01/05 - Aud I
A
responsabilidade do físico: Ética e Ciência. A ciência
oficial e a posição do Brasil perante os desafios da sociedade
atual. O papel do cientista na sociedade contemporânea e a educação
do futuro cientista.
Coordenador: Paulo Murilo Castro de Oliveira (IF/ UFF)
Boaventura Santos (U.Coimbra, Portugal) Cidadania cognitiva:
os cientistas e os cidadãos na sociedade de conhecimentos.
Fernando de Souza Barros (IF, UFRJ): Ciência e Sociedade:
O exemplo do Manifesto Russell-Einstein. Em 2005 comemoramos os 50 anos do Manifesto
Russell-Einstein, uma tentativa histórica de alerta contra a catástrofe
de uma guerra nuclear, realizada em plena guerra fria entre a ex-União
Soviética e os Estados Unidos. Apresentaremos as motivações
éticas e morais dos principais atores do Manifesto e com esse exemplo
como pano-de-fundo, abordaremos o momento atual, quando os dilemas fundamentais
"ciência/sociedade" continuam os mesmos, porém bem mais
complexos.
Celso Mello (DF, UFPE)
MR1. A física no ensino fundamental
Segunda feira, 24/01/05 – Aud I
O ensino
de física na escola e a educação do cidadão do 3o
milênio. O papel da física no ensino fundamental. Os currículos
em vigência e a expetativa das mudanças. O papel da avaliação
e a preparação da escola para implementação das
novas diretrizes do MEC.
Coordenadora: Anna Maria de Carvalho (FE/USP)
Katia Nunes Pinto (SEE/RJ): A FÍsica na Formação
dr Professores do Ensino Fundamental. Contextualizando. a Física no Projeto
Político Pedagógico seguindo as orientações dos
PCNs: por que ensinar, o que ensinar e como ensinar. Serão apresentadas
experiências desenvolvidas no Colégio Estadual Heitor Lira.
José Pinho Filho (UFSC) :O ensino de Ciências
de 1ª. a 4ª. série: seus objetivos e o processo de avaliaçã..
Os objetivos para o ensino de Ciências de 1ª a 4ª série
não podem se limitar aqueles relacionados aos conteúdos específicos
verificados por meio de avaliações clássicas. Devem considerar
uma nova perspectiva de conteúdos conectadas ao vivencial do aluno com
estratégias de ensino mais dinâmicas e proporcionar a presença
de aspectos metacognitivos associados a um processo de avaliação
em processo.
Maria Conceição Barbosa Lima (IF/UERJ)
MR2. A física no ensino médio
Segunda feira, 24/01/05 - Aud II
O ensino
de física na escola e a educação do cidadão do 3o
milênio. O papel da física no ensino fundamental. Os currículos
em vigência e a expetativa de mudança. O papel da avaliação
e a preparação da escola para implementação das
novas diretrizes do MEC.
Coordenador: Luiz Carlos de Menezes (IF/USP)
Marcelo Fonte Boa (Centro Educacional de Niterói): Algumas
questões relevantes para o ensino da Física no nível médio:
Procurarei apresentar algumas questões enfrentadas em minha experiência
de 23 anos como professor de uma escola considerada de vanguarda, tanto nos
aspectos conteudísticos e metodológicos, como no âmbito
da avaliação.
Beatriz Alvarenga (DF/ICEX, UFMG): O papel do livro didático
no Ensino Médio.
Infelizmente no poderei "falar de flores". Tenho o dever de rebater
"pregos que ultrapassaram a espessura da tábua": as múltiplas
competências e habilidades que o livro didático necessita cuidar.
Oto Borges (COLTEC,UFMG) :Ensinar para menos e ensinar melhor.
A partir da reminiscência de uma discussão travada com a Professor
Beatriz Alvarenga em 1982 pretendo refletir sobre o que nos dizem as avaliações
sistêmicas sobre o ensino de física, sobre o que nos dizem as estatísticas
educacionais brasileiras sobre as dificuldades para mudar este panorama e termino
discutindo se o direito de aprender física é direito individual
ou um dever.
MR3: Educação à distância e a formação
do professor de física
Segunda feira, 24/01/05- Auditório Quadra
Discussão
crítica dos modelos de ensino hoje utilizados na universidade brasileira,
a conjuntura do ensino universitário à luz da abertura para grandes
números e a necessidade de atualização através do
uso das Tecnologias de comunicação e a distância. Será
discutido o modelo presencial, à distância e a utilização
de recursos eletrônicos nos cursos presenciais
Coordenadora: Flávia Rezende (NUTES, UFRJ)
Maria Antonieta T. de Almeida (IF,UFRJ e CEDERJ/RJ): O papel
da disciplina de introdução às ciências físicas
da licenciatura a distância do Rio de Janeiro, na formação
de professores de ciências. Será apresentada a proposta da disciplina,
sua implementação e avaliação: resultados alcançados
até o momento; o tipo de público alvo inscrito na disciplina;
a dinâmica do treinamento de tutores e as estruturas e laboratórios
que dão suporte a disciplina.
José A Angotti (CED, UFSC, UFSC): Produção
de materiais didáticos em versão eletrônica por licenciandos
em física. Serão apresentados e discutidos exemplares de tópicos
de ciência e tecnologia contemporâneas em página eletrônica,
a partir das contribuições originais dos graduandos da disciplina
Metodologia e Prática de Ensino da UFSC.
Brasilina Passarelli (Escola do Futuro, USP)
MR4. O Ensino de Física na Graduação: Bacharelado
e Licenciatura
Quarta feira, 26/01/05 - Auditório Quadra
Apresentação
de uma visão abrangente e crítica do sistema atual de formação
do físico e do professor na graduação, a importância
da profissionalização neste nível para o desenvolvimento
do país e z necessidade de flexibilizar os currículos em vigência.
Coordenadora: Deise Miranda Vianna (IF,UFRJ)
Frederico C. Montenegro (DF, UFPE (Ex-integrante da Comissão
de Especialistas em Ensino de Física e do Comitê Assessor de Física
do MEC/SESu) : Cursos de Graduação em Física no Brasil:
Impacto das Diretrizes Curriculares e dos Mecanismos de Avaliação
do MEC-SESu/INEP. Apresentaremos uma distribuição regional dos
cursos de física oferecidos no Brasil. Discutiremos o papel das diretrizes
curriculares, bem como dos mecanismos de avaliação do MEC-SESu
e INEP para a melhoria das condições de oferta desses cursos.
Destacaremos os aspectos inovadores referentes às grades curriculares
e às modalidades de cursos de física, recentemente propostos.
Maria Regina Kawamura (IF/USP: Tendências na formação
de licenciados e bacharéis da USP: A evolução dos dados
relativos à formação de licenciandos como de bacharéis
em Física, nos últimos anos, permite identificar diferentes tendências
e a busca por uma maior identidade profissional e a necessidade de flexibilização
curricular. Neste setor não há falta de vagas nas universidades
públicas, embora persista uma expressiva demanda social. Esse panorama
coloca questões urgentes levando-se em conta as propostas relacionadas
às políticas atualmente em discussão para o ensino superior.
Odair Gonçalves (I.Física, UFRJ e Comissão
Nacional de Energia Nuclear)
MR5. Mesa Redonda sobre Informática no Ensino de Física
Quarta feira, 26/01/05 – Aud I
Será
discutido o uso da informática no ensino de física em todos os
níveis escolares. Trataremos especialmente do desenvolvimento e utilização
de recursos computacionais, e da formação que dada aos professores
de física nessa área.
Coordenador: Carlos Eduardo Aguiar (IF/UFRJ)
César Nunes (Escola do Futuro, ECA, USP) Aprendizagem
significativa e ligação universidade- escola através de:
comunidades de aprendizagem. Trabalhos com problemas abertos, espaço
para a criatividade, relação com o cotidiano, interfaces com outras
disciplinas, etc. são fatores importantes na aprendizagem e são
potencializados e viabilizados através do uso efetivo da tecnologia.
Serão apresentados alguns casos de sucesso ressaltando a importância
de uma comunidade de aprendizagem formada principalmente por alunos de ensino
médio e universitários.
Eliane A. Veit ( IF/UFRGS): Modelagem computacional no Ensino
de Física.
O computador é hoje ferramenta indispensável na praxis científica.
Com seu uso, o cientista pode gerar modelos, estabelecer relações
e testar hipóteses de um modo inimaginável há algumas décadas.
Infelizmente, o sistema educativo no tem incorporado a construção
de modelos computacionais como ferramenta cognitiva relevante para aprendizagem
de Física. Defende-se a inserção de modelagem computacional
no ensino.
Vitor Teodoro Duarte (Universidade Nacional de Lisboa)
MR6. O ensino experimental de física... o que ensina?
Quarta feira, 26/01/05 – Aud II
O laboratório
didático de física vem sendo discutido como um elemento que pouco
contribui para a aprendizagem conceitual. A idéia de que o "ensino
vai mal" porque não existe laboratório a escola está
sendo modificada e novas estratégias vêm dando subsídios
para uma nova visão do papel do laboratório didático. Será
apresentada uma discussão sobre o papel do laboratório hoje e
o que pode ou não fazer para a formação conceitual dos
alunos, e quais seriam as alternativas utilizadas para implementá-lo.
Coordenadora: Susana de Souza Barros (IF, UFRJ)
Maria Candida Capecchi (IG/UNICAMP) Atividade de experimentação
como instrumento para a abordagem de aspectos da cultura científica em
sala de aula..Tradicionalmente, o foco principal das aulas de Física
é a apresentação dos produtos da Ciência por meio
do desenvolvimento de habilidades estritamente operacionais, em que, muitas
vezes, o formalismo matemático e outros modos simbólicos (gráficos,
diagramas e tabelas) carecem de contextualização. Mesmo quando
essas ferramentas culturais são utilizadas no laboratório, o uso
de roteiros de trabalho preestabelecidos costuma mascarar sua relevância
dentro da cultura científica, pouco contribuindo para o conhecimentos
dos alunos. A experimentação deve proporcionar aos estudantes
o uso de ferramentas culturais próprias ao conhecimento científico.
Ewa Cybulska (IF, USP) O laboratório didático
no Instituto de Física da USP: Física é uma ciência
fundamentada em observações experimentais e hipóteses teóricas.
Nos cursos de Física do IFUSP estão sendo ministradas disciplinas
teóricas e experimentais, estas últimas com ênfase no procedimento
de aquisição de dados, análise e interpretação
dos resultados baseada nos modelos físicos. Os experimentos abrangem
tópicos simples do primeiro ano até os de Física Moderna
no terceiro ano. Os objetivos e a metodologia das disciplinas experimentais
serão abordados nesta palestra.
Tarciso Borges (COLTEC, UFMG) : Ensinar e Aprender no Laboratório.
Pretendo falar de como vejo as tentativas que realizamos no Colégio Técnico
da UFMG de mudar o ensino experimental de Física no ensino médio.
Quero destacar os aspectos em que temos tido algum sucesso e aqueles em que
as mudanças parecem mais difíceis do que imaginamos.
MR7 O Mestrado Profissional de física
Quinta feira, 27/01/05 – Auditório H105
Esta Mesa
apresenta o estado das artes: relatos sobre o andamento dos mestrados Profissionais
em física hoje funcionando no país.
Coordenador: Marcelo Shoey (Centro de Ciências, UENF)
Ciclamio Leite (IF, UFRN) O Mestrado Profissionalizante em
Ensino de Física da UFRN: A partir de uma análise da conjuntura
em que se insere o programa, será apresentada uma avaliação
sobre diversos aspectos da sua existência, enfatizando a área de
concentração em ensino de física, tais como sua proposta,
corpos docente e discente, atividades de pesquisa e de formação,
dissertações aprovadas e produto em geral. Em base dessa avaliação,
serão descritas as perspectivas a um prazo de um a três anos
Eliane Angela Veit (IF, UFRGS) O Mestrado Profissionalizante
em Ensino de Física da UFRGS. Será apresentada uma avaliação
crítica sobre os três anos de existência do Mestrado Profissionalizante
em Ensino de Física na UFRGS, que destina-se, prioritariamente, a professores
de Física em exercício na educação básica
e, como segunda prioridade, a professores de ensino superior que atuam nas licenciaturas
em Física ou em áreas afins.
Paulo Borges (CEFET-RJ) O Mestrado Profissionalizante em Ensino
de Ciências do CEFET-RJ.
MR8 Como comunicar-nos com nossos alunos
Quinta feira, 27/01/05 – Auditório Quadra
O que e
como ensinamos e...como eles aprendem. A expressão oral e escrita e a
compreensão dos textos didáticos e de divulgação
científica. o papel da explicação na sala de aula. Indicadores
de apropriação do material didático pelos usuários
e estratégias para a sala de aula.
Coordenadora: Guaracira Gouveia (FE, UNIRIO)
Maria José de Almeida (FE, UNICAMP): O imaginário
nas mediações de ensino.. Serão enfocadas situações
comuns, nas quais a imagem que os estudantes fazem do conteúdo de ensino,
do recurso didático no qual ele é veiculado, e do professor, bem
como a imagem que este faz dos estudantes, são determinantes das mediações
de ensino possíveis em sala de aula. Para tal, pressupõe-se a
não transparência da linguagem.
Isabel Martins (NUTES, UFRJ) : :O papel dos livros didáticos
como mediador da comunicação . Será feita uma análise
empírica e teórica das estruturas do livro texto e dd suas formas
de utilização na sala de aula.
Helena Bonilla (FE,UFBA): As transformações da
oralidade e da escrita na interface das tecnologias da informação
e comunicação: implicações para a educação.
A chegada das tecnologias da informação e comunicação
transforma como nos comunicamos e construímos conhecimento, com a articulação
e intercomplementaridade de distintas linguagens. A escola tem tentado adequar
essa nova linguagem ao formato da escrita, sem abrir espaço para conhecer,
analisar e utilizar suas potencialidades. O desafio de constituir uma cultura
digital que possibilite um novo fazer pedagógico está hoje posto
na escola.
MR9. A Reforma Universitária
Quinta feira, 27/01/05 – Aud I
As implicações
da Reforma Universitária 2004 para o ensino do 3o grau. Formas de adaptação
curricular e modelos de ensino a serem introduzidos. O que temos que aprender
do modelo dos ciclos básicos implantados na década dos 70.
Coordenador: Adalberto Fazzio (IF,USP)
Nelson Maculan (Secretário SESU,MEC)
Luiz Antonio Cunha (FE, UFRJ): Será focalizado o lugar
do projeto de LOES no quadro jurídico-político da educação
brasileira, com ênfase na estrutura universitária e na fronteira
entre o setor público e o setor privado.
E W. Hamburger (IF,USP) Sobre o Curso de Física no IF-USP.
Breve histórico do curso de Física. A Reforma de 1970: ciclo básico
com 1500 alunos. Repetência e Evasão em 1991. Separação
de Bacharelado e Licenciatura. Situação atual.
Luiz Davidovich (IF,UFRJ) Reforma do ensino superior: problemas
e perspectivas Serão mencionados alguns do principais problemas que afetam
o ensino superior no Brasil, e apresentadas propostas para sua reestruturação.
Em particular, serão apresentados os pontos levantados pelo Grupo de
Trabalho da Academia Brasileira de Ciências sobre a Reforma do Ensino
Superior.
Prêmio
Nobel : Electronic Structure of Matter : Wave functions and Density Functionals
Prof. Dr. Walter Kohn (Universidade da Califórnia)
Local: Aud I
P1:
Como Facilitar a Aprendizagem Significativa e Rigorosa da Física?
Prof. Dr. Jorge Valadares (Universidade Aberta de Lisboa)
Local: Quadra
P2:
A Arquitetura da Matéria: O Átomo e suas Estruturas
Profa. Dra. Belita Koiller (IF-UFRJ)
Local: Aud II
P3:
Lançamento da Série da SBF: Temas atuais de Física para
professores do Ensino Médio
Prof. Dr. Adalberto Fazzio (IF-USP / SBF)
Local: Aud I
P4:
O Uso Ubíquo do Computador na Aprendizagem de Física
Prof. Dr. Vitor Teodoro Duarte (Universidade Nova de Lisboa)
Local: Sala H105
P5: História
da Física Moderna
Prof. Dr. Helge Kragh (Universidade Aarhus)
Local: Aud I
P6: Aspectos Legais
dos Cursos de Formação de Professores
Profa. Dra. Bertha Reis (FE-UERJ)
Local: Aud II
P7: Nuevos Contenidos
para una nueva época: Pautas para elaboracion de uma nueva disciplina
– ciências para la ciudadania
Profa. Dra. Mercé Izquierdo Aymerich (Universidade de Barcelona)
Local: Sala H105
P8: Informática,
Educação e Sociedade
Prof. Dr. Carlos Fiolhais (Universidade de Coimbra)
Local: Quadra
P9:
Teorias Modernas do Espaço e Tempo
Profa. Dra. Maria Cristina Abdalla (IFT/SP)
Local: Aud I
P10:
Formação de estruturas e Defeitos Topológicos
Prof. Dr. Eugênio Bezerra (UFPB)
Local: Aud II
P11: Revistas de
Ensino de Física: Prática e Formação Docente
Prof. Dr. Nelson Studart (UFSCar/SP)
Local: Quadra
P12: O Ano Miraculoso
de Einstein
Prof. Dr. John Stachel (Universidade de Princeton)
Local: Aud I
P13: Nanociência
e Nanotecnologia
Prof. Dr. Adalberto Fazio (IF-USP)
Local: Quadra
P14: A matéria
sob condições extremas
Prof. Dr. Takeshi Kodama (IF-UFRJ)
Local: Sala H105
MS1:
Novas Tecnologias no Ensino de Física
Organizadora: Marisa Cavalcante (PUC-SP, marisacavalcante@uol.com.br)
Dia 24
Apresentação de trabalhos.
Discussão em grupo.
Dia 25
Apresentação de trabalhos.
Demonstração de novos equipamentos.
Dia 26
Apresentação de trabalhos.
Discussão em grupo.
Tempo sugerido para as apresentações : 20 min.
Tema sugerido para as discussões: Estratégias para a introdução
de novas tecnologias na escola.
Trabalhos já inscritos:
Modelagem computacional no estudo de circuitos elétricos. Pedro Fernando
Teixeira Dorneles (UFRGS)
Experimentos utilizando a placa de som. Cristiane R. C. Tavolaro
Atividades experimentais com calculadora. Denise Borges Sias (CEFET/RS e UFRGS)
Software para construção de tabelas interativas para educação
a distância. Iria M. Guerrini (CDCC-S.Carlos)
Orkut no ensino de Física: uma experiência de sala de aula. Luciano
Denardin de Oliveira (UFRGS)
Experimentos de mecânica com o microfone do PC. Euclydes Barbosa (UFRJ)
MS2: Física
Moderna no Ensino Médio
Organizadora: Fernanda Ostermann (UFRGS, fernanda@if.ufrgs.br)
Dia 25
Apresentação de trabalhos.
Discussão em grupo. Tema sugerido: Recursos pedagógicos de física
moderna e contemporânea para o ensino médio
Dia 26
Apresentação de trabalhos.
Discussão em grupo. Tema sugerido: Experiências com a introdução
de física moderna e contemporânea no ensino médio.
Tempo sugerido para as apresentações: 20 min.
Participantes já
confirmados:
Fábio F. de
Oliveira (UFRJ)
Silvia H.M. de Carvalho (USP)
Daniel I. Machado (UNESP-Bauru)
MS3: Propostas para
Licenciatura: atendimento à legislação e os novos componentes
curriculares
Organizadora: Glória R. Queiroz (UERJ, gloria@uerj.br)
Objetivos:
Relatar breve histórico
dos processos de mudança curricular vividos nas diferentes instituições
brasileiras provocados pela nova legislação para a formação
de professores, em atendimento às Resoluções do Conselho
Nacional de Educação, enfatizando o estabelecimento de novos componentes
curriculares
Destacar semelhanças e diferenças nas abordagens adotadas por
diferentes instituições;
Discutir as relações entre os componentes curriculares oferecidos
pelas faculdades de Educação, as disciplinas Instrumentação
para o Ensino, Práticas de Ensino e o novo Estágio Supervisionado
ou similares à luz das reformulações curriculares das Licenciaturas
Planejar publicação de livro(s) que dê(em) apoio às
Licenciaturas, reunindo relatos de experiências bem sucedidas; temas de
interesse etc.
Estratégia:
Serão convidados professores de 10 grupos de professores de algumas universidades.
Solicita-se que aqueles que puderem participar se organizem para eleger um representante
que falará pela sua universidade.
Dias 24 e 25
Apresentação de breve relato (10 a 15 minutos) do trabalho realizado
em cada instituição.
Dia 26
Discussão em grupo e planejamento de continuidade de trabalho inter-institucional.
Participantes já confirmados:
Anna Maria Pessoa de Carvalho
(USP)
José Peixoto
Filho (UFRJ)
Isa Costa (UFF)
Waldemar Monteiro (PUC-RJ)
Maria da Conceição
Barbosa Lima (UERJ)
MS4: Divulgação
Científica e Ensino de Física
Organizadora: Erika Zimmermann (UNB, erika@unb.br)
Dia 25
Mesa-redonda:
Ildeu Castro Moreira, Susana Souza Barros, Dominique Colinvaux
Dia 26
Mesa-redonda:
Alberto Gaspar, Guaracira Gouveia, Luciana Sepúlveda
MS5: Metrologia
e Ensino de Física
Organizador: Alexandre Mendes (CEFET/Química-RJ, amendes@cefeteq.br)
Dia 25
Palestra do Prof. Humberto Brandi (IF/UFRJ), Diretor de Metrologia Científica
e Industrial do INMETRO.
Debate.
Dia 26
Apresentação de trabalhos.
Palestra: Metrologia e Tratamento de Dados em Fisica Experimental, Alexandre
Mendes (CEFET/Química-RJ)
Resumo: Nos últimos 15 anos houve uma grande transformação
e adequação de conceitos na metrologia, e conseqüentemente
na Física Experimental. Esta palestra tem por objetivo discutir novas
terminologias adotadas no tratamentos de dados experimentais no sentido de apontar
falhas conceituais tais como: a) O que é incerteza de medição?
b) Erro é a mesma coisa que incerteza? c) Como estimar a incerteza de
medição sem ter equipamento calibrado? d) O que é calibrar?
É o mesmo que aferir? e) Onde posso obter informações sobre
Metrologia? f) É possível tratar dados experimentais no ensino
médio?
MS6: Olimpíadas
de Astronomia
Organizador: João Batista Canalle (UERJ, canalle@uerj.br)
Dia 25
Dia 26
MS7: Olimpíadas
de Física
Organizador: José David Vianna (UFBa, david@ufba.br)
Dia 25
Dia 26
MO1:
Termodinâmica a partir de "concepções alternativas"
Cecília Galdino da Silva & Marília Gabriela Ozeas Quadrado
MO2:
Brincando e aprendendo física no cotidiano
Adelino Carlos Ferreira de Souza, Adriano Profeta, Inácio da Silva Araújo,
Greice Kelly B. da Costa, Rodrigo da Silva Costa
MO3:
O ensino de física moderna para engenheiros
M. S. G. da Silveira, R. B. Santos, V.Barbeta, N. H. Medina
MO4:
A formação doprofessor e a pesquisa científica
Eduardo Watanabe, Giuliano Salcas Olguin & Ricardo Aparecido Pereira
MO5:
Exposição de equipamentos para ensino de física construídos
na Ilha Ciência
Antonio Jose Silva Oliveira & Ivone Lopes Lima
MO6:
Astrofotografias
Rodolfo Langhi
MO7:
O Rio de Janeiro que Einstein viu
Artur Batista Vilar, Luciana dos Santos Axevedo, Pedro Zille, Maria da Conceição
Barbosa Lima
MO8:
Parque de diversões virtual
Maria da Glória de Martini, Walter Spinelli & Reinaldo Junior
MO9:
A magia da ciência - Uma encenação
Omar Martins, André Arantes, Isabel Azevedo, Simone Pinto & Denilson
Esposito
MO10:
Física para a vida
Marcelo de Oliveira Souza & Sabrina Gomes Cozendey
MO11:
Grupo Musical do Clubinho de Astronomia
Marcelo de Oliveira Souza
MO12:
Energia Interativa
Glória Queiroz, Alfredo Sotto & José Bernardo
Vários Encontros com cientistas serão organizados no horário de 18:00 as 19:30h nos dias 25, 26 e 27 de janeiro. São os seguintes os encontros planejados. Os locais dias serão devidamente anunciados durante o Simpósio. O máximo de participantes de cada Encontro é de aproximadamente 30. Caso houver interesse outros encontros poderão ser agendados durante o Simpósio.